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Vai pagar como? Com o WhatsApp Payments

Por Redação, em 15 de junho de 2020

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O Facebook anunciou hoje que o WhatsApp começará a fazer e receber pagamentos no Brasil.

O WhatsApp Payments está sendo lançado em parceria com a Visa, Mastercard e com a Cielo e estará disponível, inicialmente, só para clientes do Banco do Brasil (Visa), Nubank (Mastercard) e do Sicredi (Visa e Mastercard).

A opção “pagamentos” estará disponível gradualmente para os usuários, permitindo “fazer transferências e realizar pagamentos 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano, além de acompanhar o histórico de transações”, segundo comunicado.

As transações entre pessoas só estarão disponíveis na modalidade de dédito e estarão limitadas a no máximo R$ 1 mil por operação – sendo que só será possível fazer 20 transações por dia, com um teto de R$ 5 mil por mês.

Nas compras de empresas que operam com contas WhatsApp Business os pagamentos poderão ser feitos no débito ou no crédito, sem limite de valor. No débito, o lojista receberá o valor da venda em um dia; e em dois dias no crédito. A taxa por transação é fixa, de 3,99% por transação. Para oferecer essa modalidade de pagamento, os estabelecimentos precisam se credenciar na Cielo por meio do WhatsApp Business. Não é necessária a compra ou o aluguel de uma maquininha.

O recurso de pagamentos já vinha sendo testado na Índia desde o começo de 2018, mas o Brasil é o primeiro país onde ele está sendo liberado. O país é o segundo no mundo com maior número de usuários do WhatsApp, atrás apenas da Índia. A estimativa é que sejam mais de 130 milhões de contas.

A inclusão de pagamentos dentro do WhatsApp é aguardada a bastante tempo e representa mais um passo do Facebook no sentido de transformá-lo em um superapp, aproveitando sua base de mais e dois bilhões de usuários em todo o mundo.

Em algum momento o WhatsApp ainda deve ganhar suporte à carteira digital Novi – antiga Calibra – lançada pelo Facebook para trabalhar com a criptomoeda Libra. A ideia era que a Libra chegasse ao mercado em 2020. Mas com os questionamentos de reguladores e com as discordâncias de alguns parceiros, a estreia parece incerta.

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