Stark Infra | Foto: Divulgação
Stark Infra | Foto: Divulgação

Quando fundou o Stark Bank, em 2018, Rafael Stark não encontrou no mercado um provedor de infraestrutura capaz de acompanhar a escala, a estabilidade e o nível de inovação que o banco pretendia alcançar. A saída foi construir a própria base tecnológica, desenhada para escalar a ponto de “conseguir processar 100% dos pagamentos do Brasil, se necessário”. A estratégia deu tão certo que, desde 2022, a infraestrutura passou a ser comercializada para outros bancos e fintechs. Durante o ano de 2025, para atender a grande demanda de mercado, essa iniciativa ganhou ainda mais força e a Stark Infra ganhou vida própria, tornando-se uma empresa independente.

A Stark Infra transacionou R$ 500 bilhões em TPV (Total Payment Value) e registrou crescimento de três dígitos em 2025, na comparação com o ano anterior, com a mesma projeção de crescimento para 2026. Com clientes como Wise, Zig, AstroPay, Kanastra, Copastur, entre outros, a companhia projeta atingir R$ 1 trilhão em volume transacionado até o fim deste ano. 

Construída para a nova realidade do sistema financeiro brasileiro e livre de sistemas legados, a Stark Infra opera com uma arquitetura tecnológica robusta e de alta performance, mantendo 99,9% de disponibilidade, bem acima da exigência mínima regulatória do Banco Central (BC). Construída no modelo API-first, e baseada em microsserviços, a infraestrutura permite manutenções localizadas e atualizações mais dinâmicas, garantindo agilidade para inovações e estabilidade para bancos e fintechs, seu público-alvo.

Atualmente, a Stark Infra oferece soluções de infraestrutura para: Pix, tanto para participantes diretos quanto indiretos;  transações e mensagerias de SPI e SPB; operações de crédito; cartão, que incluem BIN Sponsor e processadora. É no Pix, no entanto, que a complexidade do sistema financeiro brasileiro se torna mais evidente e onde a proposta da empresa ganha maior relevância. 

“Em um mercado financeiro competitivo como o brasileiro, empresas que optam por contratar nossa infraestrutura conseguem se concentrar em seu core business”, afirma Felipe Facchini, CEO da Stark Infra. Segundo o executivo, às constantes atualizações e novas regras do Banco Central, exigem alto grau de especialização do provedor de infraestrutura, tornando custoso e desafiador para a maioria das empresas operar apenas com equipes internas.

Os indicadores operacionais confirmam essa proposta. As operações Pix processadas pela Stark Infra têm tempo médio de 1,9 segundo, com 99% concluídas em até 4,8 segundos, enquanto o BC exige que 99% ocorram em até 10 segundos. 

Pioneira na oferta de infraestrutura para Pix recorrente, a Stark Infra detém mais de 56% de market share nessa modalidade.

Facchini destaca o atendimento como outro diferencial competitivo do negócio. “Além de uma equipe de implementação altamente qualificada, contamos com um time de suporte sênior, com bastante experiência em bancos e fintechs, que atua de forma proativa junto ao cliente”, garante.

Segundo ele, uma grande empresa de aplicativo de mobilidade e entregas, responsável por mais de 70 milhões de transações mensais, tornou-se cliente da Stark Infra após enfrentar instabilidades no ambiente que impactavam a receita.

Quer reduzir custos e complexidade na sua operação com Pix e se dedicar ao core business do seu negócio? Fale com a Stark Infra.