Conta Simples | Foto: Divulgação
Conta Simples | Foto: Divulgação

*Rodrigo Tognini, CEO e cofundador da Conta Simples

Toda empresa em crescimento chega a um ponto de inflexão. Aquele momento em que os processos que funcionavam para dez pessoas começam a quebrar com cinquenta. As planilhas se multiplicam, o controle se perde e a agilidade que trouxe o negócio até aqui se transforma em um caos operacional. Esse desafio, que antes era uma dor de cabeça que aumentava conforme a empresa cresce, hoje tem solução e formas inteligentes de operar.

Por muito tempo, o debate sobre eficiência esteve focado em “fazer mais com menos”. Hoje, as empresas mais perspicazes perceberam que a questão é outra. Um recente levantamento que fizemos na Conta Simples, com nossa base de mais de 35 mil clientes, apontou um sintoma claro dessa mudança: o número de empresas que utilizam ativamente funcionalidades avançadas de gestão financeira cresceu 51,6% no último ano. A alta é um sinal claro de que o mercado atingiu um novo nível de maturidade, com a busca por governança e eficiência deixando de ser meros diferenciais.

Esse movimento nos mostra que a dor do financeiro não é universal; ela tem nuances. Negócios nativos digitais, por exemplo, precisam de velocidade para escalar, enquanto companhias com operações mais estruturadas priorizam um controle financeiro rigoroso. Portanto, a tecnologia precisa ser flexível o suficiente para se moldar às políticas de gastos, projetos e cultura de cada negócio, e a gestão financeira precisa se adequar ao contexto de onde o trabalho acontece. 

Isso se materializa em inovações que parecem simples, mas que resolvem gargalos crônicos, desde permitir que uma equipe anexe um recibo via WhatsApp e ter a IA lendo os dados instantaneamente ou possibilitar que uma aprovação de pagamento seja feita via Slack, até a garantia de que todas as transações fluam automaticamente para o ERP que a empresa já utiliza, seja ele um Omie ou SAP. Cada uma dessas automações libera o ativo mais valioso que qualquer empresa pode ter: o tempo das pessoas.

A eficiência como motor do crescimento 

Essa teoria se materializa de forma clara em empresas que estão na vanguarda do crescimento, como a INSIDER. A jornada deles para se tornar uma marca referência em tecnologia têxtil e sustentabilidade é um case não apenas de produto, mas de eficiência operacional.

Basta observar o processo deles para entender o porquê. O ciclo de criação de um produto de alta tecnologia é naturalmente complexo. A burocracia financeira, nesse contexto, não é apenas um inconveniente; ela se torna um freio direto à velocidade de crescimento e inovação. É por isso que, ao centralizar seus processos na Conta Simples, a INSIDER conseguiu escalar a operação sem aumentar a complexidade interna. Na prática, isso significa ganhar o controle e eficiência necessárias para gerenciar um alto volume de despesas, desde o pagamento de fornecedores até a gestão de campanhas de marketing

O amadurecimento das empresas brasileiras mostra que os gestores entenderam o recado. O futuro do financeiro é automatizado — com processos que rodam sozinhos, decisões baseadas em dados e times focados em estratégia, não em tarefas manuais. A verdadeira vantagem competitiva não está mais em fazer o trabalho financeiro, mas em usar a inteligência que ele gera para tomar decisões mais rápidas e assertivas. A tecnologia não é o fim, mas o meio para liberar o potencial humano de criar, inovar e crescer.