Bruno Lucas (CFO), André Bernardes (CEO) e Ludmila Pontremolez (CTO), fundadores da Zippi | Foto: divulgação
Bruno Lucas (CFO), André Bernardes (CEO) e Ludmila Pontremolez (CTO), fundadores da Zippi | Foto: divulgação

A Zippi, fintech brasileira especializada em crédito de capital de giro para microempresários e profissionais autônomos, acabou de adicionar um nome de peso ao seu corpo de investidores institucionais. A startup acabou de concluir a captação de seu terceiro Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), atraindo a japonesa Credit Saison no processo.

Segundo destacou a Zippi em nota, esta é a maior captação na trajetória da companhia, que também contou com fundos da Itaú Asset, Tesouraria do Itaú BBA, Bradesco BBI e Valora Investimentos. Antes disso, ela tinha realizado dois FIDCs – um de R$ 66 milhões em 2024 e outro de R$ 80 milhões em 2025.

A rodada eleva o volume total captado pela fintech para um patamar inédito. Após investimentos anteriores, R$ 66 milhões em 2024 e R$ 80 milhões em 2025, a nova série supera todas as outras captações somadas. Ao final de 2026, a Zippi estima alcançar R$ 350 milhões sob gestão no FIDC, aumentando agressivamente a sua capacidade de concessão de crédito.

A meta da fintech é aumentar significativamente o número de clientes ativos até o fim de 2026, além de elevar o volume transacionado por cliente à medida que a carteira amadurece. O foco permanece exclusivamente no mercado brasileiro, com aprofundamento junto ao público de micro e pequenos empreendedores.

“Com parceiros desse calibre ao nosso lado, continuaremos acelerando a expansão do crédito para os mais de 21 milhões de micro e pequenos negócios no Brasil.” diz André Bernardes, CEO e cofundador da Zippi, em comunicado.

Segundo o fundador, a nova captação, ocorre em um momento de forte progressão do negócio. Em 2025, a Zippi mais que dobrou de tamanho, com crescimento superior a 100% em receita, carteira e volume transacionado. Neste ano, a fintech tem a expectativa de movimentar cerca de R$ 10 bilhões em transações, ampliando sua atuação em todas as regiões do Brasil.

“Entramos em 2026 com uma estrutura de capital ainda mais sólida. Ampliamos de forma significativa o volume de crédito, ao mesmo tempo em que melhoramos o custo, a previsibilidade e o alinhamento do funding com o ciclo da operação. Isso nos dá segurança para sustentar o desenvolvimento ao longo de 2026, com disciplina de risco e foco na qualidade da carteira”, conclui Bruno Lucas, CFO e cofundador da Zippi.