
Para sustentar o seu plano de crescimento (e de sua frota, obviamente) a Turbi está focada em reforçar o caixa. A startup de aluguel de carros online fechou uma nova captação, levantando R$ 30 milhões em uma operação de dívida com o Banco Santander.
Em nota falando sobre a captação, a empresa destacou que a nova operação é essencial para sustentar o crescimento acelerado do negócio, garantindo o desenvolvimento de diversos projetos de eficiência operacional, mirando fechar 2025 com uma receita próxima da R$ 400 milhões.
“Essa captação também nos apoia na entrega de novas funcionalidades previstas para os próximos trimestres, que melhoram a experiência do usuário e trazem ganhos relevantes de rentabilidade”, afirma Eduardo o Diretor de Relações com Investidores da Turbi, Eduardo Portelada.
A nova ineção de fundos acontece pouco mais de um mês após a Turbi captar R$ 156 milhões em uma emissão de debêntures junto ao Banco Itaú e com a japonesa Credit Saison. De acordo com a startup, essa captação bancou a aquisição cerca de 1,4 mil veículos para reforçar a frota disponível na plataforma.
Atualmente, a Turbi possui cerca de 7 mil carros em operação, o que representa um crescimento de mais de 100% na frota total no comparativo com 2024. Segundo a empresa, estes dados reforçam o posicionamento da companhia entre as quatro maiores locadoras B2C do país.
A startup terminou o ano passado com uma Série D de R$ 72 milhões, com o objetivo de fazer a transição para uma frota 100% própria. Em outubro, já tinha feito uma outra emissão de debêntures onde captou R$ 250 milhões.
Apesar dos gastos com expansão da frota, a companhia divulgou números positivos, com uma margem EBITDA de 54,5% no terceiro trimestre, fechando dez meses consecutivos de margens acima de 50%. Já a receita líquida consolidada bateu R$ 113 milhões no período, com um crescimento de 83,4% na comparação ano contra ano e de 37,6% em relação ao segundo trimestre do ano.
“Estamos dobrando de tamanho a cada ano, e esse ritmo de expansão tem se refletido em indicadores recorde de receita, margem e utilização da frota. O resultado é uma operação cada vez mais lucrativa e eficiente, sustentada por tecnologia proprietária, escala e disciplina operacional”, destaca Daniel Prado, CEO e cofundador da Turbi.