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Fundada no começo de 2020 com foco na gestão de pagamentos para influenciadores com grupos fechados no WhatsApp e Telegram, a ChatPay acaba de fazer um reposicionamento e mudar sua marca. Agora, ela se chama Hubla e passa a oferecer mais recursos para os criadores de conteúdo e criar o que ela acredita ser o futuro do trabalho.

O novo nome Hubla vem da junção Hub (de grupo, comunidade) + Blá (de voz e conversa) e fala de comunidade, paixão, talento e futuro, seja do trabalho, da aprendizagem ou dos relacionamentos. A mudança da marca coroada por uma série A de R$ 60 milhões que chega para dar um empurrãozinho no negócio. O aporte foi feito pelos grupos Kaszek, FJ Labs, Big Bets e por Kevin Efrusy, um dos primeiros investidores do Facebook.

Segundo Arthur Alvarenga, presidente da Hubla, o novo aporte será investido em melhorias no produto (dando maior flexibilidade e segurança ao usuário) e em melhores práticas e ferramentas para a comunidade de criadores de conteúdo.

Este é o segundo investimento recebido pela startup. Na primeira captação, feita em 2020, a empresa levantou US$ 2,1 milhões com a Kaszek, Kevin Efrusy, Y Combinator, Big Bets e os empreendedores Lincoln Ando (idwall), Rodrigo Dantas (Vindi) e Paulo Silveira (Alura) da Lab.Capital.

Arthur Alvarenga, presidente da Hubla

Como funciona a Hubla

Na plataforma da Hubla, o produtor de conteúdo cria um ambiente exclusivo onde somente seus fãs pagam para participar desse hub. A infraestrutura oferece um sistema de pagamentos, dashboard de dados financeiros, integrações com aplicativos de chat e ferramentas para ajudar criadores a vender suas comunidades como páginas de vendas.

“O criador de conteúdo ainda não se enxerga como business, mas esse mercado ainda vai crescer muito e nós estamos fazendo parte nesta jornada em ajudar o influenciador a dar o próximo passo”, diz Arthur.

Atualmente ela tem mais de mil comunidades ativas no Brasil e também em Portugal em áreas como saúde, fitness e bem-estar, finanças, investimentos, gastronomia, educação e música. A Hubla fica com uma fatia de 10,9% paga mensalmente por cada seguidor interessado nas interações. Nos últimos 12 meses a receita da startup cresceu 6 vezes e, para 2022, os trabalhos estarão voltados para aumentar em 10 vezes a base de criadores na plataforma.

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