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Boa noite,

É impressionante como algumas empresas às vezes monopolizam as atenções e o noticiário. O Nubank é uma dessas. Só aqui no Startups a companhia apareceu 90 vezes nos últimos 18 meses. Isso significa que ela foi citada por aqui pelo menos uma vez a cada 6 dias, mais ou menos.

Se manter no ciclo de notícias faz parte da construção da imagem de desafiante legalzão e que bota pra quebrar que a fintech/neobank tanto precisou e ainda vai precisar. O anúncio da semana passada talvez tenha causado mais barulho negativo do que a companhia imaginou, ou precisava. A chegada de Anitta ao conselho de administração foi alvo de memes e críticas pela falta de capacidade técnica da moça. Convenhamos, né? O que os MBAs de Harvard, Yale, Columbia e Stanford sabem da quebrada, do alto do morro? P**** nenhuma! Cada um no seu quadrado.

E só pra lembrar, hoje é a última edição aberta para não assinantes do CODEX. Pois é. Tudo que é bom é ilegal, im.. não, espera, não era essa referência. Tudo que é bom dura pouco. Agradeça por esse período de degustação ao escritório BVA Advogados (@bvalaw), que é um apoiador desta qualificada e generosa (são mais de 10 minutos de leitura, né?) newsletter. E para ter acesso ao conteúdo completo na semana que vem, ASSINE O STARTUPS.

Aproveita e compartilha com os amigos e amigas para eles verem o que estão perdendo e assinarem o Startups também!

Boa leitura e boa semana.

Gustavo Brigatto
Fundador e Editor-Chefe


SEMANA DE 21 a 27 de JUNHO

RODADAS DE INVESTIMENTO

  • A Flash, que oferece uma plataforma de benefícios flexíveis, levantou uma série B liderada pela Tiger Global. Participaram também da rodada a Monashees, que liderou a série A , e a GFC, que apoiou o investimento seed da Flash. Citius e Kauffman Fellows também participaram da Série B. A Flash deve movimentar mais de R$ 2 bilhões em sua plataforma ao longo de 2021. Hoje, a empresa atende mais de 4 mil empresas, desde startups e PMEs até grandes empresas. São mais de 200 mil funcionários usando o app e o cartão pink da Flash.
  • A proptech Yuca, que nasceu com a proposta de oferecer moradia acessível no modelo compartilhado, o coliving, está mudando seu posicionamento para se tornar uma gestora verticalizada, com foco na geração de renda com imóveis residenciais. A ideia é atuar desde a captação de recursos com investidores para financiar a compra de imóveis residenciais, passando pela reforma e oferta de unidades para locação e pela gestão desses contratos. Para financiar esse esforço, a proptech fechou uma série A de US$ 10 milhões liderada pela Monashees – que já tinha ficado à frente da rodada anterior, de US$ 4,7 milhões, feita no lançamento da companhia, em 2019. Outros investidores como ONEVC, Berry Sternlicht (da Starwood Capital Group) e Terracota Ventures que também já tinham participado da rodada anterior seguiram. A Tishman Speyer, focada na gestão de imóveis, foi uma adição ao captable. O Startups apurou que a captação foi menor que o valor que a Yuca vinha falando inicialmente com possíveis investidores, de US$ 15 milhões;
  • A agtech InCeres, de Piracicaba (SP), recebeu um investimento de R$ 2 milhões do empresário Leonardo Maggi, da família Maggi. startup já levantou R$ 8 milhões e tem como investidores a SP Ventures;
  • A 4intelligence, que usa inteligência artificial para automatizar a criação de modelos preditivos para vendas, recebeu um cheque de R$ 10 milhões do Inovabra Ventures, o braço de investimento do Bradesco. É a primeira “parcela” de uma rodada de série A que deve somar R$ 25 milhões quando for concluída em setembro;
  • A AutoForce, startup que desenvolve tecnologias para concessionárias, recebeu R$ 2,4 milhões em um rodada que contou com a participaççao dos grupos de investimento anjo BR Angels e GVAngels. O recursos serão usados para lançar um e-commerce próprio onde serão vendidos carros de concessionárias parceiras;
  • A Lastlink, startup criada em agosto/20 com a proposta de fazer o gerenciamento de grupos em serviços como Instagram e Telegram, levantou US$ 1,4 milhão em uma rodada liderada pela Canary que contou com a participação  do fundo Graph Ventures e de investidores-anjo como Israel Salmen (Méliuz), Gustavo Caetano (SambaTech) e Marcela Rezende (vice-presidente de marketing da  MadeiraMadeira);
  • A cearense Chatbot Maker recebeu um aporte de R$ 1,5 milhão da KPTL. Com os recursos, as companhia pretende multiplicar por 5 a sua base de clientes em um prazo de 12 meses;
  • O plano da Conta Simples para ser mais que um banco digital para empresas ganhou uma forcinha extra da aceleradora Y Combinator. Com mais R$ 14 milhões (US$ 2,5 milhões) em extensão da rodada seed de mesmo valor realizada no fim de 2020, o neobank totaliza R$ 28 milhões captados virando um software de gestão de despesas, que também é conta corrente. O aporte extra da Y Combinator fez com que a valuation do neobank aumentasse 5x em menos de 3 meses (o real valor não foi divulgado).
  • Menos de 1 ano depois de fazer uma série A de R$ 20 milhões, a fintech Solfácil fechou uma nova rodada de investimento. A série B, bem mais polpuda, de R$ 160 milhões, foi liderada pela QED Investors, gestora focada em fintechs em países emergentes que já investiu em nomes como Nubank, Creditas, Loft e a mexicana Konfío. A Valor Capital, que liderou o aporte anterior, também participou da capitalização;
  • Um mês e meio depois de ser lançado oficialmente, o Indicator 2 IoT FIP, fundo de investimento em startups de internet das coisas (IoT) gerido pela Indicator Capital, que tem como cotistas o BNDES e a Qualcomm, fechou seu 1º aporte. A escolhida foi a paulistana Monuv. O cheque foi de R$ 4 milhões;
  • O veículo de corporate venture da CSN, a Inova Ventures, fez um aporte de valor e participação não revelados na 2DM, uma startup de Cingapura focada no desenvolvimento de grafeno. O aporte está sendo feito em conjunto com a japonesa Sojitz Corporation. A CBMM já tinha investido na empresa;
  • A Kaszek liderou um aporte de US$ 15 milhões na fintech chilena Fintual, que oferece acesso a mutual funds que operam com fundos de ETF.
  • A fintech mexicana de serviços financeiros para pequenas e médias empresas Konfío levantou uma série E de US$ 125 milhões. A rodada foi liderada pela LGT Lightrock, gestora financiada pela monarquia do principado de Liechtenstein, que encabeçou o aporte de R$ 700 milhões da Buser há 2 semanas, e é investidora da Creditas – que está no México com algumas ofertas para pequenas e médias empresas. SoftBank, VEF, Kaszek, QED Investors e IFC, que já eram investidores, participaram. O fundo Tarsadia Capital também entrou como novo acionista.

FUSÕES E AQUISIÇÕES

  • Depois de uma rodada de R$ 450 milhões que sacudiu o mundo das edtechs, a Descomplica comprou o centro universitário UniAmérica, do Paraná, ampliando sua presença no ensino superior. Agora, ela oferece 22 cursos, ao invés de 5 e o número de alunos deve se multiplicar por 5, chegando a 10 mil no 1º semestre de 2022;
  • Em sua 1ª aquisição depois do IPO, a Petz levou o site de conteúdo e comércio eletrônico voltado a donos de gatos Cansei de Ser Gato. O valor da operação não foi divulgado;
  • O Magalu comprou o aplicativo de entrega de comida capixaba Plus Delivery, ampliando sua atuação no segmento – ano passado a varejista já tinha arrematado o AiqFome, de Maringá (PR), que é um sucesso no interior do país a ToNoLucro neste ano. A companhia também anunciou que vai entregar produtos que não são comida, com até 6 quilos, em até 1 hora em 11 cidades usando entregadores dos aplicativos;
  • O Uber comprou o aplicativo de entrega de comida chileno Cornershop. O acordo acontece dois anos depois de a companhia ter feito um investimento de US$ 250 milhões na companhia. A estimativa é que o aplicativo tenha sido avaliado em mais US$ 3 bilhões;
  • O banco Modalmais, que estreou na B3 no começo de junho, entrou na briga pelos agentes anônimos que XP e BTG estão disputando. Foram 3 escritórios comprados na região Sul: Nova Capital, de Santa Catarina, e os escritórios Valore e Elbrus Capital, do Paraná. Juntos, os três somam atualmente cerca de R$ 2 bilhões sob custódia. A expectativa é que as 3 casas cresçam e cheguem a R$ 3 bilhões investidos nos próximos 18 meses;
  • A XP comprou uma fatia da gestora Jive, especializada em ativos com problemas – ou distressed. A participação é minoritária, de 20%;
  • A Porto Seguro comprou metade do sistema de pagamento eletrônico usado em pedágios ConnectCar. A companhia vai pagar R$ 165 milhões pela fatia que pertencia à Ipiranga, do grupo Ultrapar;
  • Depois de ter a compra da Plaid bloqueada pelos reguladores nos EUA, a Visa foi à Europa para comprar uma plataforma de open banking. A companhia vai pagar US$ 2,15 bilhões pela sueca Tink. O valor é exatamente a metade do que a Visa tinha se proposto a pagar pela conterrânea Plaid. A ver se o resultado final será o mesmo – do ponto de vista do negócio, não da objeção dos reguladores, mas isso também pode rolar;
  • A Amazon e sua joia da coroa, a AWS, fizeram cada uma uma aquisição. No caso da empresa mãe, o alvo foi a plataforma de anúncios para podcasts Art19, que será incorporada ao serviço Amazon Music. Já a AWS vai incorporar o aplicativo de comunicação Wickr, que é tido como mais seguro que o WhtasApp.

NOVOS FUNDOS

  • A Bossanova chamou fundadores de startups do seu portfólio que fizeram uma saída para montar um novo comitê de investimento. A ideia é colocar R$ 5 milhões em até 15 negócios. Fazem parte desse projeto as startups: SmartHint, comprada pela Magazine Luiza; Smarket, que foi adquirida pela Neogrid; Pedala, vendida para Ame, da B2W e Lojas Americanas; Agenda Edu, comprada pela Eleva Educação; dLieve adquirida pela Vtex e Totalvoice, vendida para a Zenvia;

  • A gestora X8 Investimentos, fruto da união da BR Opportunities com a área de venture capital da Performa em 2019, está fechando a 1ª tranche de captação do seu fundo de estreia. A carteira já tem R$ 60 milhões garantidos, de um total de R$ 150 milhões pretendidos inicialmente, e o primeiro investimento engatilhado: a Home Agent, um call center que opera 100% remoto;
  • A Duratex criou um fundo de corporate venture (CVC) e, de largada, pretende investir R$ 100 milhões em startups e sacaleups em diferentes estágios de desenvolvimento. A gestão do fundo será feita com auxílio da Veletec;

  • A Andreessen Horowitz dobrou… não, triplicou a aposta em cripto e blockchain e lançou seu 3º fundo específico para investimentos na área. O Crypto Fund III levantou nada menos do que US$ 2,2 bilhões, bem mais que o dobro de seus antecessores. (de US$ 300 milhões e US$ 515 milhões, respectivamente. Uma das principais gestoras do Vale do Silício, a a16z chegou a US$ 18,8 bilhões em ativos sob gestão com a nova captação;

BYE BYE LINX

  • Depois de aprovada a compra da Linx pela Stone, os fundadores da companhia de software zeraram sua posição na companhia. Nércio Fernandes, Alberto Menache e Alon Dayan venderam todas as suas 22.102.368 ações ordinárias, que correspondiam a 11,70% do capital da empresa.

IPO

  • O aguardado IPO do PicPay vai ficar para depois. Segundo o Pipeline, do Valor, a companhia não chegou a um valor que considerava justo para a oferta. A expectativa teria começado em um valuation de US$ 20 bilhões, mas o reality check fez o número cair para US$ 8 bilhões, com possibilidade de ser cair para US$ 6 bilhões. A ideia é esperar até 2023 e fazer uma captação de R$ 3 bilhões com o acionista controlador, a J&F, no meio do caminho. Parece que o instinto aranha do Rômulo Dias funcionou bem pra ele deixar a companhia apenas 2 meses depois de entrar lá;
  • A VTEX antecipou seu plano de IPO . O processo que deveria acontecer ano que vem já foi iniciado com o pedido de registro na NYSE. Pois é, a Nasdaq perdeu essa. Será que por não ter afagado a empresa brasileira colocando o logo no seu painel com os parabéns pela rodada de setembro? Na ocasião, a companhia captou US$ 225 milhões e foi avaliada em US$ 1,7 bilhão (post money). O aporte foi liderado pela Tiger Global. O Brazil Journal disse que a captação deve ficar entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões. No prospecto, a VTEX diz ter registrado receita de US$ 98,7 milhões em 2020, um incremento de 60,9% na comparação com 2019 considerando os efeitos do câmbio. O prejuízo ficou em US$ 8 milhões, quase o dobro de 1 ano antes. Os coordenadores da oferta JP Morgan, Goldman Sachs, Bank of America, Keybanc Corp, Morgan Stanley e Itaú BBA. Eles vão ter que sambar para garantir um valuation acima de 17x receita para pelo menos manter o valor que a companhia disse ter em setembro/20. Mas com Tiger e SoftBank como acionistas, a tendência é que a coisa flua bem. A listagem deve acontecer em cerca de 30 dias;
  • A insurtech brasileira Thinkseg entrou com um pedido de listagem direta nos EUA. A ideia é debutar no mercado de capitais de lá em setembro. A companhia diz que a oferta não será feita na Nyse ou na Nasdaq, mas por meio de uma plataforma on-line. O nome da plataforma não é aberto. O preço por ação será de US$ 500, segundo a companhia;
  • A mineira Hotmart contratou os bancos contratou os bancos Goldman Sachs, J.P. e Morgan Stanley para preparar seu IPO na Nasdaq;
  • A Wise (antiga Transferwise) vai fazer uma listagem direta na bolsa de Londres. A expectativa é que a companhia seja avaliada entre US$ 6 bilhões e US$ 7 bilhões no processo. A companhia anunciou a decisão no mesmo dia em que o regulador inglês apresentou a opção de listagem direta ao mercado. A listagem deve acontecer nas próximas duas semanas. O preço da ação não será definido previamente, mas por meio de leilão a ser realizado no dia da listagem;
  • A chinesa DiDi, dona da 99, fará seu IPO nesta semana. A companhia espera levantar US$ 3,9 bilhões com um valor de mercado de US$ 67,5 bilhões. A companhia tem como principais acionistas a SoftBank (21,5%), o Uber (12,8%) e a Tencent (6,8%).

TOKENS

  • A oferta de tokens atrelados à venda do passe de jogadores formados na base do Cruzeiro pela Liqi atingiu a marca de R$ 1,44 milhão captados, com 79 mil tokens comprados em menos de 1 mês. A oferta foi dividida em 4 fases. Neste 1º momento, o desconto concedido é de 30% em cima do valor de cada token, que é de R$ 25;
  • A gestora Fuse Capital vai lançar até o fim de julho um token representando cotas de um de seus fundos permitindo que mais gente invista em startups. A ideia é captar R$ 20 milhões. Mas não se anima muito. A oferta será restrita a investidores qualificados e estrangeiros – especialmente na Ásia e na Europa.

NUBANK SOBE O MORRO COM ANITTA

  • O Nubank anunciou que Anitta se juntou ao conselho de administração a companhia. Ao contrário do que tinha sido ventilado nos últimos dias, ela não será garota propaganda do neobank. A cantora e empresária será a 2ª mulher do colegiado. Anitta é jovem, já tem alguma projeção na América Latina e vem da quebrada. Ou seja, se encaixa bem na estratégia da companhia. A dúvida ainda fica sobre o porque um relacionamento tão profundo, não só a questão comercial da publicidade. Amanhã (29) vai rolar um evento com os manda-chuvas do neobank e Anitta. Tentarei apurar mais. O anúncio da chegada da cantora foi alvo de memes e piadas, com gente pedindo para ela aumentar o limite de crédito e outras demandas ligadas ao relacionamento com a fintech. Mas também foi criticado pela suposta falta de capacidade técnica de Anitta para a posição. Mas convenhamos, o Nubank tem gente muito mais gabaritada do que ela para decidir sobre questões regulatórias, financeiras etc. Mas pergunta para alguns dos magnânimos e magnânimas, o que o a favela quer. Nenhum deles saberá dizer. Aliás, o Nubank trouxe um nome de peso para o conselho além de Anitta: o ex-presidente do conselho de auditoria do Itaú, Rogério Calderón. Tá vendo? Cada um no seu quadrado. Aliás, o evento de amanhã será feito a partir de Miami, nos EUA, onde vai rolar reunião do conselho do Nubank. Apurei que deve ser nesse momento que Davi Vélez e Cristina Junqueira vão conhecer Warren Buffet. Será que tá rolando um pilot fishing também?? Ao que tudo indica, o Nubank está selecionando bancos para fazer seu IPO. Aliás, tem muita gente lendo o Startups como você. Os US$ 40 bilhões de valuation para a empresa você já tinha lido por aqui, lembra?

QUERO SER BANCO

DINHEIRO (QUASE) INFINITO

  • O Inter levantou R$ 5,5 bilhões em seu follow. Os papéis saíram a R$ 57,84. O preço foi o acordado com a Stone, que passou a ter 4,99% do banco (#queroserbanco).

DANÇA DAS CADEIRAS

  • A Prosus, dona da Movile e da Incognia, trouxe o ex-SoftBank Ervin Tun para o posto de Chief of Investments, Strategy, and M&A para ela e sua controladora, a Naspers. Ervin era managing partner do mítico (e problemático) Vision Fund;
  • A startups de agricultura urbana Yes We Grow, indicou para seu conselho consultivo Sheila Szymonowicz (fundadora da Female Consulting). O colegiado já conta com Teresa Simões (Lótus Ventures e Gávea Angels), Albert Roso (executivo do mercado financeiro, tendo atuado como Diretor estatutário no HSBC e Bradesco), Xavier Boutaud (Gávea Angels) e Paulo Mariotto (Anjos do Brasil).
  • Nara Saddi de Paiva Sampaio foi promovida a “diretora de Pesso@s” da Soluti. A executiva que atua há quase 5 anos como “Gerente nacional de Pesso@s” na empresa, passa a ser responsável por toda a estratégia de gestão de pessoas, estando a frente de todas as atividades da área;
  • A Hilab , healthtech que desenvolveu o laboratório remoto Hilab, anunciou a chegada do novo diretor de laboratório e ciência, Antonio Vazquez. Com mais de 25 anos de experiência na área de saúde nos segmentos de operadoras, diagnóstico e hospitais, ele chega na startup para comandar um time de mais de 60 profissionais;
  • A proptech EmCasa contratou Felipe Meretti como seu novo vice-Presidente de marketing..Com mais de 10 anos de experiência em grandes empresas, como Whirlpool e Ambev, Meretti vai ter ao assumir as frentes de Branding, Growth e Relações Públicas da startup.

RECOMENDAÇÕES DE LEITURA

FALTOU DA SEMANA PASSADA

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  • A Febraban publicou sua tradicional pesquisa de uso de tecnologia pelos bancos. O material realizado pela consultoria Deloitte mostra, entre outras coisas, que as instituições gastaram R$ 25,7 bilhões em 2020, 8% a mais do que em 2019. As transações feitas pelo celular representam metade das operações feitas pelos brasileiros. Além disso, 6 entre cada 10 bancos fizeram parcerias com fintechs em 2020;
  • A Capgemini e a Efma soltaram a versão mais nova do World FinTech Report 2021, que inclui o Brasil como um dos 33 mercados participantes. Um dos achados da pesquisa é que as fintechs devem alcançar o estágio de lucratividade, após demonstrar resiliência no período da pandemia da COVID-19. Mais da metade (51%), no entanto, espera que suas reservas de capital sejam afetadas, já que os custos relacionados a equipes, integrações e armazenamento de dados aumentaram durante a quarentena – com lockdown em alguns locais – da pandemia.

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