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Alguém tinha dúvida de que os US$ 750 milhões recebidos ontem pelo Nubank, agora avaliado em US$ 30 bilhões, mexeria com o ecossistema? Positivamente, é claro. Com o aporte, uma extensão da série G anunciada em janeiro, o volume de investimentos em startups brasileiras chegou a US$ 3,9 bilhões (distribuídos em 274 rodadas de investimento), cifra 11% maior que a captada em todo o ano passado.

Para se ter ideia da proporção, os investimentos em startups no país em 2020 somaram US$ 3,5 bilhões, em um total de 525 aportes, de acordo com dados divulgados pelo Distrito. A estimativa é que em 2021 o número possa chegar a US$ 5 bilhões. Não tá tão difícil, né?

Com a extensão de sua série G, o Nubank somou US$ 1,15 bilhão captados na rodada e assumiu o posto de maior investimento privado em uma companhia de alto crescimento do mercado latino. O posto até agora era ocupado pela rodada de US$ 1 bilhão que a Rappi levantou em 2019. As outras mega rodadas da América Latina foram a extensão de série D da Loft, totalizando US$ 525 milhões, e a série D de US$ 485 milhões da Kavak. Em seguida estão a série F do Nubank (de novo), com a captação de US$ 400 milhões, mesma cifra levantada pelo iFood em uma série G.

Relembrando as principais rodadas feitas no Brasil em 2021 (até agora):

1. Nubank (série G) – US$ 1,15 bilhão;

2. Loft (série D) – US$ 525 milhões;

3. QuintoAndar (série G) – US$ 300 milhões / chegando ao valuation de US$ 4 bilhões;

4. Loggi (série E) – US$ 212 milhões;

5. MadeiraMadeira (série E) – US$ 190 milhões / tornando-se unicórnio;

6. Cloudwalk (série B) – US$ 180 milhões;

7. Hotmart (série C) – US$ 126 milhões / tornando-se unicórnio.

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