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Pouco mais de 1 mês depois de abrir as inscrições para a 1ª edição do Global Tech Innovator 2021, a consultoria  KPMG fechou a lista das 10 startups finalistas da etapa brasileira da competição global.

São elas: as fintechs Conta BlackJusta e Linker; a retailtech Bornlogic; a hrtech Intera; a Ecotrace Solutions, que atua com blockchain; a agtech Krilltech ; a hardtech Cycor Cibernética; a beautytech JustForYou e a cleantech Octa.

“Não foi fácil fazermos o filtro para chegar aos 10 finalistas. Recebemos inscrições de startups com propostas de valor muito legais, escaláveis e que resolvem problemas reais da sociedade”, diz Jubran Coelho, sócio-líder da área de private enterprise da KPMG no Brasil e na América Latina. Segundo ele, o que chamou a atenção foi a diversidade de segmentos de atuação, origem e de quem fundou as companhias que se inscreveram e também das que foram selecionadas. A Intera, por exemplo é uma empresa baiana. Conta Black, Cycor Linker têm mulheres como fundadoras. Octa e Conta Black foram fundadas por negros.

Na próxima etapa do programa, cada companhia se apresentará, no dia 2 de setembro, a uma banca de jurados do mercado que está sendo composta. Serão considerados 6 critérios com o mesmo peso: disrupção e inovação; potencial de mercado; adoção do cliente; tração de mercado e marketing; potencial de longo prazo; e qualidade da apresentação.

A grande vencedora ganhará lugar na etapa global da disputa, que vai acontecer em Lisboa, Portugal, entre 1 e 4 de novembro, durante o Web Summit. Lá ela vai encarar as vencedoras das etapas locais dos outros 14 países que promoveram o Global Tech Innovator. Jubran diz não ter dúvidas do potencial das companhias brasileiras para faturar o 1º lugar. “O Brasil começa a se destacar no ecossistema de inovação global com empresas q estão trazendo soluções para o país, mas que também podem ser escaláveis para a América Latina e países emergentes”, diz.

A competição não prevê nenhuma premiação em dinheiro ou oferta de serviços da KPMG para as companhias participantes. A ideia é mesmo dar exposição às iniciativas. Jubran acrescenta, no entanto, que a expectativa é criar uma comunidade para fomentar a troca de informações e até a realização de negócios entre as startups. A consultoria tem uma outra iniciativa batizada de Emerging Giants, voltada às empresas em estágio de desenvolvimento mais avançado. Segundo Jubran, os Tech Innovators podem vir a se tornar, um dia, os Emerging Giants.

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