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Kenoby, de recrutamento e seleção de candidatos para vagas de emprego, que recebeu um aporte de R$ 20 milhões da Astella em janeiro, levantou mais R$ 3,3 milhões com o fundo Brasil Venture Debt I, da SP Ventures, que tem R$ 140 milhões para operações de venture debt (um tipo de empréstimo com caracterísitcas diferentes dos financiamentos bancários tradicionais).

Com os recursos captados, a ideia é adicionar inteligência artificial ao serviço e contratar mais gente. Em dois anos, a expectativa é que o quadro de funcionários triplique, para 300.

Tá, mas e daí? Comum em mercados maduros, o venture debt começa a se tornar uma opção para startups no Brasil. O volume ainda é pequeno por falta de conhecimento dos empreendedores e porque são poucas casas que fazem isso (SP Ventures, BTG, Galápagos e Naia Capital e o Silicon Valley Bank querendo vir). O movimento é considerado natural já que o mercado de dívida tende a se estabelecer depois de uma década do desenvolvimento do segmento de venture capital. Basicamente, o venture debet permite que a empresa cresça sem que os fundadores tenham que reduzir sua participação na empresa. É uma modalidade recomendada para quem já passou da fase de validação e expansão inicial e que já domina bem a matemática da operação da companhia.

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