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Em nova rodada de cortes, Uber demite mais três mil pessoas. O pior já passou?

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Duas semanas depois de anunciar a redução de seu quadro de funcionários em 14%, ou 3,7 mil pessoas, o presidente do Uber, Dara Khosrowshahi, apresentou um novo corte: mais 3 mil funcionários. Com isso, a companhia soma quase um quarto de sua força de trabalho dispensada como resultado da queda na demanda por conta da pandemia.

O Uber diz que a demanda por transporte chegou a cair 80% desde março.

Somando os dois cortes, o Uber entra para a lista das empresas que mais cortaram pessoas globalmente nos últimos meses – Junto com a Boeing, que vai dispensar 16 mil funcionários, a companhia aérea British Airways que vai cortar 12 mil pessoas e a locadora de veículos Hertz que vai demitir 10 mil.

O mundo da economia compartilhada também registrou enxugamento em companhias com Lime, Lyft, Bird e AirBnb.

O novo ajuste anunciado por Khosrowshahi ainda incluiu o anúncio do fechamento de 45 escritórios ao redor do mundo (que não foram revelados) e mudanças em algumas iniciativas da companhia, como o fechamento da incubadora de projetos de inteligência artificial lançada em setembro do ano passado.

“Dado o dramático impacto da pandemia em nosso negócio e a imprevisibilidade de qualquer eventual recuperação, vamos concentrar esforços em nossas principais plataformas de mobilidade e entrega,  redimensionando nossa empresa para corresponder à realidade”, disse Khosrowshahi em comunicado.

Aos funcionários, o executivo não quis dar previsões concretas sobre o futuro, mas tentou passar uma mensagem de esperança de que o pior já passou.

Será?

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