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O TC, plataforma de educação financeira e inteligência do mercado de capitais, anuncia a compra da Economatica, empresa de informações financeiras. Em fato relevante, a companhia informou ter desembolsado R$ 40 milhões na operação. Essa é a 3ª compra do TC em apenas 2 meses, após abrir capital em julho. No mês passado, foram 2 aquisições voltadas à pessoa jurídica: a Abalustre e RIWeb (por R$ 6,7 milhões e R$ 6,5 milhões, respectivamente).

Tanta movimentação na carteira faz parte da estratégia da companhia em adentrar o B2B e potencializar o B2C, ao mesmo tempo em que oferece acesso a informações e ferramentas de ponta aos investidores.

“A Economatica trará toda sua experiência no mercado e base de dados para o TC, sendo um motor de crescimento para a plataforma. Vamos extrair essas bases e criar APIs para que nossos produtos possam consumir essas informações de forma mais eficiente. Por outro lado, o time de tecnologia do TC irá investir no aperfeiçoamento do sistema da Economatica, permitindo interfaces mais intuitivas, um ambiente digital ainda mais seguro e análises com maior performance”, explica Pedro Machado, diretor de relações com investidores do TC, em nota.

Fundada em 1986, a Economatica é uma plataforma que permite ao usuário manipular um grande volume de dados, criar insights, gerar relatórios, comparar ativos para embasar análises e projetar cenários. Sua base reúne dados financeiros de mais de 27 mil fundos e 5 mil empresas de mais de 40 países, em especial dos Estados Unidos e da América Latina. A receita prevista para o ano de 2021 é de aproximadamente R$ 17,5 milhões.

Ainda segundo o TC, os atuais serviços da empresa adquirida serão mantidos inalterados e ambas as plataformas vão operar em colaboração, mas com atuações separadas. A Economatica se junta a outras companhias subsidiárias da techfin: além das mais recentes aquisições Abalustre e RIWeb, a central de notícias Mover; o braço de análise e consultoria de valores mobiliários TC Matrix; e a empresa de software contábil Sencon.

A compra parece ter animado os investidores depois de uma série de tombos que o papel levou nas últimas semanas. O momento o papel sobe 1,56%. Desde o IPO, a ação acumula mais de 40% de queda – resultado das incertezas econômicas, mas também um correção de expectativas em relação ao valor da oferta inicial.

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