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A legaltech JusBrasil fechou uma nova rodada que contou com a participação de investidores atuais como Monashees e Funders Fund e a entrada da SoftBank como sócia. O aporte de US$ 32,4 milhões faz parte de uma rodada maior de US$ 38 milhões que a companhia colocou na rua no fim do ano passado. Não há informação sobre os US$ 5,6 milhões restantes.

Em documento enviado à SEC no começo do mês sobre a rodada, constam as assinaturas dos fundadores, Rafael Costa, Daniel Murta e Rodrigo Costa; de Matheus Goyas, fundador da edtech Trybe, que é membro do conselho; Eric Archer, da Monashees e Carlos Medeiros, da SoftBank.

O fundo da companhia para a América Latina tem como principal tese investimento em companhias que usam tecnologia para resolver grandes problemas da região (Oi burocracia, estou falando de você mesmo!).

A captação anterior da JusBrasil tinha acontecido em 2019, quando ela levantou US$ 7,7 milhões, segundo o Crunchbase. Com os novos recursos, ela soma US$ 41,9 milhões em investimentos. A companhia tem 250 funcionários.

Em seu site, a JusBrasil diz que mais de 1,6 milhão de pessoas visitam sua plataforma diariamente e que mais de 900 mil advogados utilizam seus produtos. O objetivo é atender tanto o público jurídico quanto quem não é especialista.

O Startups apurou que no começo do ano a companhia comprou a Bipbop, especializada na captura de dados de sites, portais e sistemas públicos e privados por meio de crawlers e uso de machine learning. Foi a 3ª aquisição da companhia, que já tinha incorporado a Teewa e a Jurídico Certo em 2019 e 2018, respectivamente.

Mais SoftBank

Hoje a SoftBank anunciou um investimento de US$ 150 milhões (R$ 822 milhões) na Afya por meio de um título de dívida conversível em ações em um prazo de 5 anos. A companhia (pode chamar de gestora, né?) também vai comprar participações da Crescera – antiga Bozano Investimentos, que montou a tese de criação da Afya – e da família Esteves. Com as movimentações, ela chega a 8,4% do capital do grupo educacional e Paulo Passoni assumirá um assento no conselho.

A SoftBank já era acionista da Afya. Ela recebeu ações do grupo em outubro do ano passado ao vender a iClinic – startup da área da saúde na qual ela tinha investido 3 meses antes e que ficou conhecida como o exit mais rápido do venture capital brasileiro.

 

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