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Seis meses depois de chegar ao Brasil, Lime encerrou suas operações no país. A companhia informou que a decisão foi tomada para que ela possa “concentrar recursos em mercados que nos permitam atingir nossas ambiciosas metas para 2020”.

Além do Brasil, foram fechadas outras 11 operações, sendo cinco na América Latina (os chilenos ainda terão o serviço), quatro nos EUA e na Áustria. O quadro de funcionários está sendo reduzido em 14%, o equivalente a 100 pessoas.

A Lime tem como meta fechar o ano no azul. Se isso acontecer, será a primeira entre as companhias de mobilidade da economia compartilhada no mundo a atingir a esse patamar – lembrando que no prospecto do seu IPO, o Uber disse que pode nunca chegar lá. Com um competidor a menos, a história pode parecer ganha para a Grin. Mas a verdade não é bem essa. O Uber começou seu serviço de patinetes em Santos (SP) em dezembro e chegará a mais cidades em breve. Para gerar mais receita a Grin tem tentado se firmar como uma carteira digital. Não que essa briga sem mais fácil já que parece que todo mundo quer ser uma fintech hoje em dia.

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