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Mesmo com as notícias duras da semana, as startups movimentaram o mercado. Acompanhe o que selecionamos.

  • AoCubo, que faz um robô de atendimento que conecta corretores e compradores de imóveis, recebeu uma rodada Seed de R$ 1,2 milhão que teve como investidores Simon Baker e Brian Requarth, cofundadores do portal Viva Real.
  • NEX Energy, startup curitibana que oferece créditos de energia gerada por usinas de energia renovável para pequenas e médias empresas, recebeu um aporte de R$ 1 milhão de um grupo de investidores que inclui a Blintor Capital.
  • Com 17 anos de atuação no mercado de software para gestão de condomínios, a Superlógica, de Campinas, levantou sua primeira rodada de investimento com o fundo de private equity Warburg Pincus. A operação teria avaliado a companhia em R$ 800 milhões. Os R$ 300 milhões captados serão usados para investimento em inteligência artificial, contratações (300 pessoas) e aquisições. A meta é chegar a uma receita de R$ 200 milhões em 2020.
  • Facilita, que desenvolve um aplicativo de mesmo nome voltado a transações no mercado imobiliário, recebeu um aporte de R$ 2 milhões da Soluti, umas das principais vendedores de certificados digitais no Brasil. O aplicativo é usado por mais de 23 mil corretores de 140 incorporadoras, presentes em 21 estados brasileiros. A empresa tem apresentado um aumento de receita recorrente mensal (MRR) de 90% nos últimos 12 meses.
  • A curitibana Fretefy, de gestão de logística, recebeu um aporte de valor não revelado do grupo Lorinvest, que atua no setor de infraestrutura. Com os recursos a companhia pretende ampliar sua atuação na região Sul e também expandir para o Sudeste e o Centro-oeste.
  • Kangu, que nasceu em 2019 e opera uma rede de pontos de coleta para empresas de comércio eletrônico (os compradores mandam suas encomendas para a rede cadastrada no serviço que conta atualmente com 700 pontos), levantou uma rodada de investimento seed de R$ 6 milhões com o fundo argentino NXTP Ventures.
  • DOMO Invest fez um aporte de R$ 2 milhões na Job For Model, startup que conecta empresas a modelos e promotores e desenvolveu uma ferramenta para medir o impacto de ativações, a AtivUp, que atualmente atende 11 marcas. A meta é triplicar a receita em 2020, chegando a R$ 15 milhões.

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