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A história da Grow entrará para a história como uma das mais bizarras do venture capital brasileiro – quiçá mundial.

A empresa que tinha tudo para dar certo e ser um dos unicórnios brasileiros/latinos mais interessantes, perdeu não para um mercado ainda nascente e que exige muito investimento para crescer – vamos lá, dinheiro é o que não falta no mercado!

A Grow perdeu para sim mesma, como me disse um ex-funcionário. O caso clássico do mundo corporativo, de disputas de poder e falta de foco.

Com uma dívida de R$ 38 milhões (só no Brasil) e sem poder operar, é praticamente impossível acreditar que a empresa conseguirá ressurgir da recuperação judicial.

Apesar do cenário ruim para a companhia, as perspectivas para o setor de micromobilidade continuam positivas.

Bom para a Tembici (que levantou US$ 47 milhões com o Valor Capital) e para a Scoo, que seguem avançando de forma mais lenta, e, aparentemente promissora. A ver o que a Lime vai fazer por aqui em sua segunda tentativa no país.

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