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As gôndolas do varejo físico são um espaço disputado pela indústria e com o qual os lojistas mais estruturados conseguem ganhar um bom dinheiro.

A dunnhumby estima que os varejistas têm potencial de gerar receita adicional de mídia equivalente a 1% de tudo o que vendem em um ano, uma receita nova e com baixo custo que representaria a possibilidade de ganhar 10% a mais de lucro.

E com a migração das compras para o mundo digital, é natural que as redes tentem levar esse modelo para esse novo meio também.

A Amazon tem conseguido se dar bem nessa tendência, aproveitando o fato de ter se tornado a principal referência dos americanos na hora de fazer compras e também de buscar produtos que pensam em comprar. Com isso, se estabeleceu como a maior vendedora de publicidade dos EUA, atrás apenas do Facebook e do Google (mas com uma distância gigantesca do duopólio)

O varejo brasileiro é mais disperso que o dos EUA, e o mundo on-line ainda engatinha (responde por 7% de tudo que se vende).

O Mercado Livre tem apresentado o modelo às marcas e aos vendedores que atuam no seu marketplace por meio do MercadoAds na América Latina, mas ainda é uma operação bem pequena. É de se esperar que Via Varejo e B2W também reforcem sua atuação nessa área.

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