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Mais uma semana de isolamento. Como vocês têm passado?

No mundo das startups os efeitos da parada na economia estão começando aparecer de forma mais evidente. Os cortes estão acontecendo em mais companhias aqui no Brasil – e também nos EUA – e o ritmo de aportes dos fundos caiu assustadoramente. A conversa com quem já está nos portfólios é para reduzir a queima de caixa e se preparar para um longo período de poucos recursos novos.

Mas nem tudo é fim do mundo. Dois anúncios de rodadas de investimento foram feitos: AgroPro Cargo X. São acordos que já vinham sendo negociados, ou já estavam fechados, mas que foram divulgados semana passada. Há um fluxo de negócios passados ainda acontecendo, o que deve fazer com o mercado não seque completamente. Pelo menos por enquanto.

Até porque, os fundos – também os de corporate venture – estão dizendo que continua existindo intenção de fazer mais negócios – com cheques menores, obviamente.

Aliás, se você conhece alguém que foi demitido, ou que já estava procurando empregado mesmo antes do furacão, uma iniciativa legal lançada nos últimos dias é o Job Viral.

Outras notícias

  • Em entrevista à Forbes, Masayoshi Son, fundador da SoftBank afirmou que das 88 empresas investidas pelo seu Vision Fund, 15 (ou 17%) vão falir.
  • E por falar em SoftBank, a empresa recebeu um processo de US$ 1 bilhão por parte do WeWork. A ação é uma resposta à decisão do grupo japonês de não mais comprar US$ 3 bilhões em ações da empresa de seu portfólio como parte do plano de salvamento do negócio.
  • Constellation Software, um grupo de software canadense que se notabilizou por crescer por meio de aquisições (foram mais de 350 desde sua fundação, em 1995), fez sua oitava compra no Brasil. O alvo dessa vez foi a lawtech Kurier. A operação aconteceu por meio da Vela Software.
  • Tem a ver com o momento de combate ao novo coronavírus, mas também faz parte da estratégia de crescimento, então acho que vale mais a pena falar aqui. O Cabify se juntou à Ebanx para lançar uma nova categoria de entregas. Os motoristas do aplicativo vão receber pedidos de pequenos comerciantes. A ideia é incluir supermercados, farmácias e restaurantes, que estão com grande demanda no momento.

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