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Desde o seu IPO em fevereiro/20, a Locaweb fez 10 aquisições.  A incorporação de negócios como Vindi, tem ajudado a companhia a ampliar seu portfólio de produto, sua receita e também o valor de suas ações. Em um ano, os papéis acumulam valorização de mais de 400% na B3. No começo do ano, a companhia ainda fez uma nova captação, de mais de R$ 2 bilhões para financiar mais operações.

Mas até quando essa máquina de adicionar novos negócios vai funcionar? Esse vai ser pra sempre o motor de crescimento da companhia? “Em algum momento a gente vai entrar em um regime. Não vai ser 9 por ano, mas vamos entrar em um regime de empresas maiores, eu acho. Mas eu acho que é uma mistura de crescimento orgânico e inorgânico”, diz Fernando Cirne, presidente da companhia.

Convidado do 3º episódio da 1ª temporada do MVP, um podcast do Startups, Fernando afirma que, apesar do foco atual da Locaweb no e-commerce, nada impede a empresa de seguir outros caminhos no longo prazo. “Nosso DNA é fazer com que as empresas cresçam e prosperem com o uso da tecnologia, não só o e-commerce”, diz.


E ao contrário do que o mercado pode pensar sobre as aquisições da companhia, Fernando diz que não se trata de empilhar receita. Há toda uma lógica, um ecossistema de empresas com produtos e soluções que conversam entre si sendo construído. “Nossa plataforma de e-commerce Tray, por exemplo, precisa de recorrência, daí entra a Vindi, que tem suas operações diretamente ligadas ao Yapay, depois a Social Miner faz a geração de lead para a Tray, e por aí vai”, exemplifica. Segundo ele, para ser bem-sucedido, um processo de M&A deve ter expectativas bem alinhadas antes mesmo da assinatura do contrato e garantir a permanência dos fundadores.

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