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A IDtech unico, que virou unicórnio em 2021 após aporte de R$ 625 mi do SoftBank e General Atlantic, teve uma trajetória um tanto quanto diferente e nada fácil. Nascida em 2007 como Acesso Digital, a empresa passou uma década tentando fazer o modelo de negócios engrenar.

Em painel durante o Startups Fever, evento realizado pelo Startups, Conta Simples e StartSe neste sábado (25), o fundador e presidente da unico, Diego Martins, revelou que, durante os anos de estagnação de crescimento, tomou uma decisão um tanto quanto ousada. “Decidi parar de vender meu único produto e é claro que a receita da empresa começou a cair”, conta.

Apesar da “loucura”, um conselho de ninguém menos que o ex-VP do Google e atual CTO da unico, Nelson Mattos, foi crucial para Diego continuar. “Esquece a receita e foca na base”, orientou o executivo que acrescentou “Vamos criar a empresa mais moderna e inovadora do Brasil”.

Diego Martins (à esq), fundador e presidente da unico e Luiz Manzano, sócio da Big Bets

A estratégia deu certo. Hoje, avaliada em US$ 2,6 bilhões, a idtech que desenvolve soluções de reconhecimento facial para autenticar identidades, fazer admissão a distância e assinatura eletrônica, está presente em mais de 800 empresas, entre os maiores bancos privados, varejistas, fintechs, e-commerces e indústrias do país.

A mais recente aquisição da empresa – e 6ª em sua história – foi a SkillHub, startup de benefícios em educação, mais uma vez ampliando seu portfólio e diversificando os setores em que atua. Não foi diferente com negócios anteriores. Com a ViaNuvem, a IDtech entrou no mercado de compra e venda de veículos, já com a CredDefense, passou a atender as áreas de logística, locadoras de veículos e educação.

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