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A Flash, HRTech de benefícios corporativos, captou mais de US$ 100 milhões em rodada série C liderada pelos fundos Battery Ventures e Whale Rock. O investimento acontece 10 meses depois da série B, de US$ 22 milhões, capitaneada pela Tiger Global, que também participou da nova rodada junto com Tencent, Monashees, GFC e Citius, assim como Hans Tung, Rahul Mehta e Kevin Efrusy. Entre seed, série A e B, a startup já havia arrecadado US$ 30 milhões.

O novo aporte é o segundo maior de uma HRTech no Brasil, atrás somente dos US$ 220 milhões que a Gympass recebeu no ano passado do SoftBank, e chega dois meses depois de a Gupy ter levantado uma rodada de US$ 93 milhões. Em fevereiro, as hrtechs ficaram empatadas com as edtechs em número de aportes, com 5 operações, segundo levantamento do SlingHub. O segmento tem chamado a atenção por conta da necessidade de digitalização das áreas de recursos humanos, que tradicionalmente investiam pouco em tecnologia.

Segundo a Flash, a série C potencializará o desenvolvimento de sua plataforma integrada dedicada aos RHs, além da experiência do produto para os usuários e ampliação do time de 300 colaboradores. 

“Os recursos serão investidos em tecnologia com foco no desenvolvimento de nossas soluções para os RHs e colaboradores. Evoluiremos para uma plataforma ainda mais integrada, que otimize o tempo nas rotinas das empresas e que diminua a burocracia para nossos clientes”, afirma Ricardo Salem, fundador e presidente da startup. A estratégia de diversificação também está sendo seguida pela Caju.

Benefícios flexíveis

Fundada em 2019, a Flash desenvolveu uma solução que permite flexibilidade no gerenciamento de benefícios por meio de uma plataforma tecnológica integrada a um aplicativo e um cartão Mastercard aceito em mais de 2 milhões de estabelecimentos. 

O portfólio conta com o FlashHub, um marketplace que unifica a oferta de benefícios e permite contratar planos de saúde, auxílio-academia, entre outros. Já o FlashPoints permite que colaboradores escolham, dentro de critérios pré-definidos pelas empresas, como desejam alocar seus recursos entre os benefícios disponíveis — aumentar e diminuir o valor do vale-refeição e alimentação, realizar upgrades e downgrades no plano de saúde ou ampliar o seguro de vida, por exemplo.

Com crescimento mensal de dois dígitos, atendendo centenas de milhares de usuários e milhares de empresas — incluindo VTEX, Neon e Loggi —, a HRTech espera mais do que dobrar a receita até o fim de 2022.

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