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A Hashdex, gestora de recursos focada em criptoativos, levantou R$ 135 milhões em rodada série A liderada pelo Valor Capital Group, que listou seu SPAC na Nasdaq na semana passada. A gestora, aliás está investindo pesado no mundo de cripto. Ela participou da rodada que elevou a exchange mexicana Bitso ao status de unicórnio e foi umas dos investidores que se deu muito bem no IPO da Coinbase.

O aporte na Hasdex ainda teve participação do Softbank, Coinbase Ventures (sim, da própria Coinbase) e Globo Ventures, além dos fundos Canary, Igah, Alexia, Fuse e Endeavor Catalyst.

O valor levantado será usado para consolidar ainda mais a operação da gestora no Brasil e para expandir sua presença internacional. A empresa espera ainda triplicar o time atual com a contratação de profissionais do mercado de cripto e do mercado financeiro tradicional.

O investimento chega após um ciclo de movimentos no mercado de criptoativos globalmente – sendo o IPO da Coinbase um dos mais simbólicos. A própria gestora carioca fez várias coisas nos últimos meses. Em fevereiro, a Hashdex listou o primeiro ETF de criptomoedas do mundo na Bermuda Stock Exchange (BSX). O ETF replica o Nasdaq Crypto Index (NCI), um índice co-desenvolvido pela gestora brasileira e pela bolsa de valores americana.

Na sequência, lançou o HASH11, o primeiro ETF de ativos digitais da B3, que também replica o NCI. O fundo entrou no ar após captar mais de R$ 600 milhões em uma oferta inicial liderada pela Genial junto ao BTG, Itaú e Banco do Brasil. Uma semana depois, o produto já somava mais de R$ 1 bilhão em patrimônio líquido e estava entre os três maiores ETFs da bolsa brasileira.

No início de 2021, a Hashdex teve seu 4º fundo incluso no portfólio da XP Investimentos, o Hashdex Bitcoin Full 100 FIC FIM, que investe 100% do capital em Bitcoin. Voltado a investidores qualificados, com mais de R$ 1 milhão em patrimônio financeiro, o fundo também está disponível na Rico – corretora adquirida pela XP em 2016.

Atualmente a Hashdex conta com mais de 150 mil investidores, incluindo os acionistas do ETF e dos demais fundos, e tem uma carteira de mais de R$ 3,5 bilhões em ativos.

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